Objetivo

Semeando a Verdade que liberta, a saber, Jesus Cristo!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Cristianismo “Relativo”: Bênção e Maldição – Parte II

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Na nossa vida, enfrentamos situações aonde o limite de nossa paciência e tolerância é testado.

O fato é que não raros os momentos em que tomamos atitudes que extrapolam esse limite e que, infelizmente, não condizem com a prática de vida que professamos!

Na imensa maioria das vezes em que isso acontece, essas atitudes se exteriorizam através das palavras que saem da nossa boca!

Já foi exposto na primeira parte dessa mensagem que "a morte e a vida estão no poder da língua!" (Provérbios 18:21).


Uma palavra mal colocada pode provocar uma ferida que pode ficar exposta por muito tempo. Dependendo da circunstância e da pessoa que a recebe, pode até ficar sem ser curada!

Quantos exemplos há que comprovam isso... DENTRO DAS IGREJAS!!!

Amigos que se afastam, pais e filhos que deixam de se falar, familiares que não se suportam e se evitam...

Existe até um ditado que diz:  "Quer ver se um homem é um cristão de verdade? É só colocá-lo num jogo de futebol..."

Infelizmente, pude constatar que ele é verdadeiro! Já presenciei, mais de uma vez, "irmãos" que foram às "vias de fato" dentro de um jogo de futebol.

Há ainda casos mais extremos, aonde até vidas são tiradas! É só acompanhar o noticiário: discussões no trânsito, na escola, na "balada", nos estádios de futebol...

"Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo." (Tiago 3:2).

É muito interessante perceber que o texto atribui uma dificuldade muito maior ao controle da língua do que ao do restante do corpo, chegando a qualificar como “perfeito” aquele que conseguir fazê-lo!


Porém, é de vital importância entedermos que, pela nossa própria vontade, JAMAIS controlaremos a língua! 

"Nenhum homem pode domá-la. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal." (Tiago 3:8).


Ora, se nenhum homem pode domá-la, o que esperar de uma mulher então??? 


Às queridas amigas leitoras, peço que tenham calma!!!
Antes que fiquem zangadas comigo, usei este exemplo apenas para mostrar o quão profundo é isso!

Vêem como até mesmo uma simples brincadeira, muitas vezes, pode ser a seta para abrir uma grande ferida?

Deixo claro que é apenas um exemplo e jamais pensei assim, mas o fato é que o estrago, dependendo da pessoa e da circustância, pode ser enorme!


Mas como, então, atingir essa perfeição da qual Tiago fala?


A meu ver, só há uma maneira, dividida em três etapas
:

- entregues a Ele tua língua, tua mente, teu coração, tua vida!

- reconheças que sem Ele não podes absolutamente nada!

- peças a Ele que te ajudes a matar o teu EU, para que, morto em Cristo, o Seu Espírito te transformes, te faças nascer de novo e te vivifiques, e o Seu Fruto seja abundante na tua vida!


É isso o que eu também tenho pedido a Ele, dia após dia, e assim o farei, até que Ele complete a boa obra que um dia começou na minha vida! 


A Graça e a Paz estejam sempre sobre a tua vida!


Giancarlo. 

 

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Cristianismo "Relativo": Bênção e Maldição - Parte I



Os dias atuais tem nos mostrado nuances bem claras do que podemos definir como “Cristianismo Relativo”, ou seja, uma maneira de conseguirmos chegar à presença de Deus de um modo mais facilitado, mais próximo daquilo que as pessoas desejam e não próximo daquilo que Deus quer, como deixou expresso em Sua Palavra.

Nesta série de mensagens, pretendo abordar alguns aspectos que estão em maior evidência. O primeiro deles, fala acerca daquilo que sai da nossa boca.

De uma maneira geral, não damos a devida importância ao que a Palavra nos orienta sobre isso.

O apóstolo Paulo é categórico ao afirmar que devemos “deixar a mentira, e falar a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros... Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” (Efésios 4:25;29).

Esse texto precioso deveria nortear tudo aquilo que falamos (ou escrevemos, etc.).

Apesar de sua clareza e objetividade, uma parte considerável dos cristãos o “relativiza”. Há quem não se importe com uma “mentirinha”, ou uma “meia-verdadezinha”. Também há os que não acham “tão pecaminoso assim” falar uma ou outra bobagem.

O fato, é que quase todos nós esquecemos do versículo 29: “...mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.”

Então, quando queremos “relativizá-lo”, pensamos que as coisas “não são bem assim”, que isso é ser “fundamentalista”, ou ser “fanático”, ou ainda alguma outra forma qualquer de tentar invalidar o sentido claro do texto!

Diante disso, pergunto: quem de nós, numa situação de “aperto”, por exemplo, já não proferiu alguma mentira? Ou uma “meia-verdade”?
Ou ainda: falamos coisas que não edificam absolutamente nada? E, pior ainda: amaldiçoamos a nós mesmos, aos nossos e aos outros?

Você, que acha ser um exagero da minha parte, convido-lhe a divagar comigo sobre algumas das palavras que naturalmente saem da nossa boca no cotidiano...

  • “Eu adorei esse filme!”;
  • “Aquele jogador é meu ídolo!”;
  • “Sou apaixonado por Jesus!”;
  • “Mas que pestinha (ou capetinha, ou danadinha) a filha daquela mulher!”;
  • “Mas eu sou um idiota mesmo!”;
  • “Nossa senhora!” (acredite, muitos “cristãos de berço” que conheço falam isso!!!).


Será que nunca ouvimos que, para Deus, adorar é algo que se refere somente à Ele? Que ídolo é algo que Ele abomina? Que paixão é algo para o qual deveríamos estar mortos e que é desprezível aos Seus olhos? Que danado é alguém que foi condenado ao sofrimento eterno no INFERNO? Que idiotice é retardo mental e atraso intelectual profundo? Ou que Ele é o único Senhor de todas as coisas?



Muitos hão de argumentar que “não é bem assim”, porque essas palavras têm também outro sentido.

É ver
dade! Essas palavras tinham um sentido e sofreram adições de outros significados ao longo do tempo. Pequenas distorções para mascarar o entendimento do seu verdadeiro sentido, bem como do seu efeito.

Alguma semelhança com o que aconteceu (e ainda acontece!) com a Palavra de Deus???

Como sempre, tentamos justificar a nossa incapacidade de aceitar o que Deus quer de nós, por mais claro que seja!

Minha intenção, com tudo isso, é apenas trazer à reflexão este assunto VITAL na vida de qualquer cristão, já que

 “do fruto da boca de cada um se fartará o seu ventre; dos renovos dos seus lábios ficará satisfeito. A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.” (Provérbios 18:20-21).


Diante de algo tão sério, deveríamos nos preocupar muito mais com este “fruto”, nos mínimos detalhes!

Não é por acaso que a Palavra nos orienta a sermos “prontos para ouvir e tardios para falar!” (Tiago 1:19).

Deus nos dê Graça!

Giancarlo.

(continua...)